domingo, 23 de setembro de 2012

AQUECEDOR SOLAR CASEIRO


Como fazer:

Estamos nos tempos em que muito se fala sobre o aquecimento global, nosso planeta está realmente pedindo ajuda, para que tenha um futuro um pouco diferente do previsto, se continuarmos poluindo, e desp
erdiçando alguns meios alternativos de energia, combustível, etc. Você pode fazer muitas coisas para colaborar com esta questão, só que, infelizmente alguns equipamentos como painéis solares, ou até mesmo um aquecedor solar, comprados em alguma loja especializada, ainda custam muito caro.

Como podemos contribuir:

Sabendo dessas dificuldades o Sr. José Alcino desenvolveu um aquecedor solar com materiais recicláveis, o custo é praticamente zero. Com algumas garrafas pet (aquelas igual a da coca-cola), caixas de leite vazias, tinta preta, e canos de PVC, ele criou um aquecedor solar caseiro, que pode ser utilizado no aquecimento da água para o seu banho diário.

Economia:

Maioria sabe, que o chuveiro, é um dos itens que mais consome energia em maioria das residências, ele é responsavél por quase 50% do consumo de energia. Esses 50% de gasto com o chuveiro pode ser racionado apenas com o aquecedor solar, oque vai representar uma boa diferença nas contas do final do mês.

Video: http://www.youtube.com/watch?v=wvJITLS6wic&feature=player_embedded

CASA COM GARRAFA PET: SUSTENTABILIDADE, COMPRE ESTA IDÉIA!

Ideia ecológica e criativa! Conheça o artesão Ed Mauro, que construiu uma casa com mais de 11 mil garrafas PET     http://goo.gl/6sFLI

REUTILIZAÇÃO DA ÁGUA DA CHUVA

Idéia ecológica (Pense de novo)

Como idéias simples, porém muito criativas podem ajudar a construir um futuro melhor.


domingo, 2 de setembro de 2012

DICAS: DEGRAU POR DEGRAU


Saiba quais os formatos de escadas e suas características.
A escolha da escada correta para determinado ambiente ultrapassa a análise de sua função unicamente estrutural, já que ela tem grande potencial para virar uma peça importante de design da sua casa.
Por esse motivo, conhecer os formatos de escada disponíveis torna-se tarefa fundamental. Mas, afinal, quais são eles?

Escada em linha reta: possui uma única direção e, muitas vezes, conta com um patamar de descanso intermediário.

Escada em L: possui uma mudança de direção de 90 graus que pode ser feita tanto através de um patamar de descanso como com degraus em leque.

Escada Caracol ou Helicoidal: os degraus giram em torno de um eixo central, como raios de um círculo. São recomendadas apenas para quando não há espaço para outra opção.

Escada Marinheiro: para subir é necessário utilizar as mãos e os pés. Utilizados normalmente para fins técnicos ou para lugares de difícil acesso.

Escada Santos Dumont: nasceu da união da escada reta com a Marinheiro. É uma escada reta em que os degraus são independentes um dos outros. Uma solução para quem deseja usar esse formato em espaços diminutos, embora seja pouco confortável.
É importante considerar todos os aspectos na hora de tomar sua decisão, mas não se prenda a padrões. Mais do que fazer a ligação entre níveis, as escadas contribuem para compor o visual total do seu lar



JARDINS E CAMINHOS







DICAS DE PISOS E CAMINHOS EM JARDINS





                                       


DICAS: PLANTA E APARTAMENTO COMBINAM SIM!

Veja as dicas para escolher a mais adequada para sua sacada
Para aqueles que moram em apartamento, mas gostam de ambientes verdes, acreditem, é possível cultivar lindas plantas, mesmo em um espaço pequeno, colocando-as na sacada. Mas quais são os tipos ideais de plantas para isso?
Antes de escolher, é preciso levar em consideração a incidência do sol, a ação dos ventos (andares mais altos estão expostos a um vento mais intenso) e o espaço disponível.
Confira a seleção de algumas espécies ideais para cada tipo de varanda:
Para ambientes que recebem vento constante, deve-se escolher plantas mais resistentes. Petúnia, Gardênia, Moreia e Jasmim manga são ótimas pedidas. A Lavanda também é indicada e, além de combinar muito com decorações rústicas, exala um agradável perfume.
Se o seu apartamento está entre o térreo e o quinto andar e o vento não é tão intenso, a exuberância da samambaia é uma ótima opção. Ervas aromáticas, que também não são tão resistentes e necessitam de um pouco mais de atenção, são igualmente indicadas. Elas são uma boa opção para quem gosta de temperos frescos para a cozinha.
Se o sol estiver sempre presente no local, escolha plantas como Buchinho, Azálea, Gerânio e Ixora. Se o espaço for grande, pode-se usar a Palmeira Fênix, Pleomele ou alguma árvore frutífera, como o tomate, que concede um toque especial e sofisticado ao local.
Para sacadas que recebem meia sombra, as espécies mais indicadas são Lança-de-São-Jorge, Pândano Espiral, Pata-de-elefante, Pau-d'água, Asplênio. Já para lugares que quase não tem a presença do sol as indicadas são a Palmeira-ráfis e a Bromélia de Sombra.
Fique atento também às necessidades adubação e de irrigação de cada planta e certifique-se de que esta esteja de acordo com sua rotina.

DICAS: SOMBRA E ACONCHEGO



Saiba como criar, com o pergolado, um espaço fresco e relaxante para desfrutar com a família

Elegante e cheio de charme, o pergolado - estrutura feita de vigas paralelas usadas para o controle de luz e decoração de ambientes externos, principalmente, quando revestidas por plantas - pode substituir a tradicional varanda, além de criar áreas de transição harmonizando a arquitetura da obra com a coreografia da luz, que cria diferentes contrastes de acordo com a incidência de luz e da espécie de flor.

Ferro, madeira e bambu são os materiais mais usados em pergolados. A escolha do acabamento pode ser baseada no estilo do projeto. O ferro dá um ar mais sofisticado e tem alta durabilidade, mas pode enferrujar com o tempo. O mesmo efeito pode ser obtido com o alumínio, com a vantagem de exigir menos cuidados, mas o ônus de ser um tanto mais caro.

A madeira permite diversos acabamentos e concede um efeito rústico ao espaço. Para proteção e maior durabilidade, ela deve receber um stain, ou verniz. Vale a pena apostar em madeiras tratadas como eucalipto e pinus. Os especialistas em construção recomendam que a estrutura em madeira não toque o solo. Para isso pode-se usar de uma sapata em concreto ou conexões metálicas para a fixação.

O bambu é uma alternativa ecológica e leve, indicado para modelos suspensos, de preferência por cabos de aço. O revestimento não precisa de manutenção constante e, por ser oco, pode ser transportado mais facilmente.

Uma dica é inserir uma cobertura de fechamento superior no pergolado para os dias mais chuvosos. Os materiais mais comumente usados são o vidro e o policarbonato. Nos dois casos, a cobertura não exige estruturas pesadas, porém a vedação entre as placas deve ser feita com muito cuidado e com inclinação, para evitar infiltrações. Entre as qualidades do vidro temperado estão o preço, a resistência a riscos e a ausência de estilhaços, caso quebre. Já o policarbonato é mais leve, possibilita curvaturas e é bastante resistente a impactos.
As plantas, o toque final
O charme, no entanto, fica completo quando o pergolado estiver com a planta que você escolher para compô-lo. A escolha depende da intensidade de luz que você busca, o estilo do projeto e o clima da região. Algumas opções são:
Flor de Cera: a flor de cera tem crescimento moderado e delicado, possuindo um conjunto de flores.
Jasmim-Estrela: o cultivo do jasmim-estrela deve ser a pleno sol e em terrenos bem drenados. Suas flores são brancas, muito perfumadas, estreladas e formadas na primavera-verão. Não suporta geada.
Lágrima-de-cristo: esta planta conta com florescimento e folhagem muito decorativos. Seus conjuntos de flores são bastante ramificados e as flores vermelhas aparecem na primavera-verão.
Maracujá: de crescimento vigoroso, o maracujá tem frutos arredondados, com numerosas sementes e polpa saborosa. Sua flor também é muito ornamental. Precisa ficar em local a pleno sol e com terra adubada.
Sapatinho-de-judia: trepadeira muito vigorosa, a sapatinho-de-judia é originária da Índia e não aprecia baixas temperaturas, sendo indicada para regiões tropicais. Suas flores são muito visitadas por beija-flores.
Trepadeira-de-arco: possui flores grandes, brancas e de corola bem expandida, com centro rosa-arroxeado. A trepadeira-de-arco é recomendada para pérgolas pequenas, pois possui crescimento moderado.
Uva: os frutos da uva podem ter a cor verde, amarela, rósea, roxa e preta. O período de frutificação muda conforme a região, o clima e a variedade.
Uma dica importante! Não se esqueça de observar se a espécie escolhida é compatível com a estrutura, verificando, por exemplo, se esta suportará seu peso depois de adulta.
Com o pergolado é possível criar um espaço aconchegante, com sombreamento perfeito para momentos de lazer e relaxamento. Basta usar criatividade e fazer combinações que aproveitem bem o espaço.

DICAS: AS CORES SEGUNDO O FENG SHUI


Saiba como harmonizar e equilibrar as energias da sua casa por meio das cores




O Feng Shui é uma ferramenta poderosa na busca do equilíbrio e da harmonia e, por isso, tem sido cada vez mais utilizado na composição de ambientes. As cores são um dos principais instrumentos dessa técnica milenar.
Cada cor é relacionada a um dos cinco elementos do Feng Shui (Água, Madeira, Fogo, Terra e Metal) proporcionando sentimentos e emoções diferentes. Por esses motivos, as cores tendem a ser mais ou menos indicadas para determinados ambientes. As cores também são divididas em dois grupos: o Yin e o Yang. O Yin engloba aquilo que induz à tranquilidade ou requer poucos esforços. O Yang, seu oposto, energiza e leva à ação.  É importante compreender as características de cada cor para aplicá-la corretamente.
Então, para escolher a cor certa de acordo com suas influencias energéticas, e ainda renovar sua casa, aqui conheça alguns tons e seus significados, segundo o Feng Shui:
Vermelho: é relacionado ao elemento fogo. É a cor do sangue e está também está relacionado à vida e à força e energia vital máxima. Esta é uma cor Yang e, por isso, o ideal é que seja utilizada em ambientes que tenham como objetivo a interação entre pessoas como a sala de estar, a sala de TV, ou mesmo a sala de jantar. Nos quartos, no entanto, não é recomendado por ser uma cor muito energética, o que pode causar insônia e irritabilidade.
Amarelo: Cor da concentração e da comunicação, é muito associada à tolerância e à sabedoria vindas de experiências anteriores. É a cor que representa o elemento terra e sua estabilidade. Por ser também uma cor Yang, acelera a energia, sendo uma boa escolha para estimular a alegria e espontaneidade. Assim como o vermelho, deve ser utilizado em ambientes como a sala de TV ou em escritórios e salas de estudos para obter concentração. Evite seu uso em banheiros e quartos. Já na cozinha, o amarelo pode ser utilizado em detalhes ou em uma das paredes.Laranja: A cor laranja está situada entre o elemento fogo e o elemento terra, portanto, carrega um pouco das características dos dois elementos. Também é uma cor Yang e segue as recomendações feitas para o uso da cor amarela. A diferença é que o laranja, com o devido cuidado, pode ser aplicado nos quartos, principalmente de adultos e de preferência na parede atrás da cama.Azul: O azul escuro simboliza as profundezas das águas do mar, a sabedoria, o poder da intuição e do inconsciente. O azul claro simboliza paz e espiritualidade angelical. E o azul esverdeado - muito positivo, associado à natureza e ao elemento madeira - representa juventude e desenvolvimento. Quando usado de forma regrada, essa cor proporciona tranquilidade. Porém, se usado em demasia pode favorecer a introspecção e isolamento. Deve-se usar o azul em ambientes que visem descanso, como quartos e sala de meditação. A cor azul é Yin e não propicia ou facilita a comunicação e a interação entre pessoas, por isso não é recomendado o seu uso em ambiente Yang, como os já citados.Preto: A cor preta relaciona-se ao elemento água e é o símbolo do máximo Yin. Representa sabedoria, profundidade intelectual, despertar de insights e forte conexão espiritual. Apesar de ser muito elegante e sofisticado, se for usado em excesso pode ser uma cor que torna ambientes sombrios. Por isso, todo o cuidado é pouco com essa cor. O ideal é combiná-lo preto com cores neutras ou com o clássico e belo branco nos móveis, nos detalhes ou para destacar cores fortes. O preto pode ser usado em bibliotecas, salas de estudo, estúdios artísticos e em ambientes de trabalho.Verde: Ligado ao elemento madeira e à primavera, representa o crescimento, o desenvolvimento, a natureza, a saúde e a abertura para novas possibilidades e oportunidades. A cor verde pode ser utilizada com bastante liberdade em todos os ambientes da casa, independente de sua função. O verde claro é ótimo para quartos - principalmente de criança. Uma boa cor para renovar as energias e marcar um novo ciclo como, por exemplo, um novo lar.Branco: A cor da paz, da pureza, da purificação, da espiritualidade, da limpeza.  O branco representa o elemento metal e o ar, e pode ser utilizado com total liberdade em toda a casa, tanto externamente como nos ambientes internos. O único detalhe que deve ser observado é a procura pela utilização da cor branca sem brilho em ambientes Yin (quarto, banheiro) e com brilho em ambientes Yang (sala TV, cozinha). Também é indicada para cozinha, área de serviço, lavabo e banheiro.Roxo: A mistura de vermelho e azul sugere um equilíbrio entre amor e sabedoria, paixão e razão, mente e espírito. Roxo é uma cor conectada às energias da compaixão e das boas ações. Também é a cor de grandes ideias e das pessoas de sorte. Inspira dignidade, autoridade e respeito. O roxo tem uma conotação espiritual muito forte e representa a profundeza das meditações e o silêncio das preces. Cor muito auspiciosa para sala de estar, de jantar e conzinha.Rosa: É a cor do amor, da felicidade, do romance e representa intenções puras. O rosa é a mistura do vermelho com o branco, representando a união da terra e do céu, do material e do espiritual. A cor também é considerada uma variação do vermelho, contendo uma forma suave de energia Yang e expressando alegria e jovialidade. É uma boa pedida para halls de entrada, dormitórios e salas de estudo.Cinza: O equilíbrio dos opostos: preto e branco se misturam para criar essa cor que pode ser um símbolo de equilíbrio e solução de conflitos. Por um lado, o cinza pode parecer simples, triste, sóbrio ou neutro demais. E por outro pode ser uma cor moderna, harmoniosa, chique e marcante. Os tons podem variar entre o grafite, o metalizado, o prateado, o opaco, o gelo e o claro. Independente do tom, nos ambientes internos vale mesclar o cinza com detalhes coloridos ou objetos que se destaquem.


sexta-feira, 17 de agosto de 2012

ACESSIBILIDADE

CERCA ELÉTRICA, PROBLEMA OU SOLUÇÃO?


Por Pedro Caetano dos Santos
Eletrificar cerca ao redor de uma propriedade com o intuito de defesa ou proteção constitui um ato praticável por algumas pessoas, e, embora não exista lei regulamentando ou prevendo o fato, é aceitável tanto pela doutrina quanto pela jurisprudência.
Tais meios de defesa são denominados “ofendículos” ou “defesa mecânica predisposta”, estando amparados pelo entendimento de que o sujeito estaria em “exercício regular de direito”, uma vez que atuando em legítima defesa., “a predisposição do aparelho constitui exercício regular de direito. Mas, quando funciona em face de um ataque, o problema é de legítima defesa preordenada, desde que a ação do mecanismo não tenha início até que tenha lugar o ataque e que a gravidade de seus efeitos não ultrapasse os limites da excludente da ilicitude.” (Direito Penal, vol. 1).
A colocação de cerca eletrificada na propriedade, se resultar em ferimento ou dano a uma pessoa, fará com que o proprietário (no caso o condomínio, ou melhor, seu responsável) responda por crime de lesão corporal, o qual, em tese, estaria acobertado pela excludente da legítima defesa. Se a intensidade da corrente elétrica for tal que provoque a morte de alguém, o proprietário responderá por homicídio culposo, em razão do excesso dos meios empregados, com grande probabilidade de ser condenado pela Justiça.
Do ponto de vista civil, o fato gerará direito à indenização por eventuais perdas e danos e, seguindo a tendência moderna, indenização por danos morais. Entenda-se bem: o fato de o proprietário estar agindo em legítima defesa ao colocar tal cerca eletrificada, do ponto de vista penal, não o exime de responder por eventuais danos causados, por exemplo, em pessoas, sejam estas moradoras do condomínio ou não.
No caso específico do condomínio, se a assembléia decidir pela instalação da cerca elétrica, todos os condôminos e, em especial, o síndico, estarão assumindo um risco deliberado, pelo qual poderão ter de responder na esfera penal ou na civil.
Do lado dos tribunais estaduais não há uma concordância. Apesar do TJMG (TAMG- Revista jurídica 164/112) já ter isentado um condomínio de responsabilidade por morte ocorrida em virtude de cerca elétrica, o TJSC (TJSC - ACR 28.918 - 2º C. Crim. - Rel. Des. Jorge Mussi - DJSC 27.10.94), o TJSP (TACRIMSP - RT 476/374 e TACRIMSP - AC - JUTACRIM81/447), o TJDF (TJDF - AC - Rel. Mário Gerreiro - DJU 10.04.73 - p. 7.440) e o próprio TJGO (TJGO. RGJ 7/112) condenaram.
Especificamente no caso do TJGO, considerou-se que "A eletrificação de muro residencial com corrente de 220 Volts, que ensejou a morte de uma criança ao tentar penetrar para apanhar uma bola, não constitui legitima defesa nem exercício regular de direito, configurando homicídio culposo, face à manifestação imprudência".
Por isso, no caso de colocação de cerca elétrica, é recomendável contratar um seguro de responsabilidade civil (cobertura opcional), que serve para cobrir eventuais processos na justiça por responsabilidade civil (que pode envolver tanto a cerca elétrica como outras situações, caso de quedas em fosso de elevadores, por exemplo).
Com o objetivo de evitar que a cerca elétrica traga mais problemas do que soluções, o síndico deve seguir a lei nº 14.077, de 04/01/2002 e sua nova redação (lei nº 15.394, de 22/09/2005):
Verificar se a empresa é legalmente habilitada junto ao CREA-GO;
Instalar cerca elétrico a uma altura compatível (mínimo de 2,10 metros de altura, do primeiro fio ao piso externo da calçada);
O equipamento instalado deverá prover choque pulsativo em corrente contínua, adequado a uma amperagem que não seja mortal, dentro dos seguintes limites:
Tensão: 10.000V. (dez mil Volts)
Corrente: 5mA (cinco mili/Ampéres)
Duração do pulso: 10 mseg. (mili/segundos)
Afixar placas de identificação em lugar visível, inclusive com símbolos que possibilitem o entendimento por pessoas analfabetas, contendo informações que alertem sobre o perigo iminente
As placas de identificação mencionadas devem ser instaladas a cada 4m (quatro metros) de distância, ao lado de via pública, e a cada 10m (dez metros), nos demais lados da área cercada, possuindo as dimensões mínimas de 10 cm (dez centímetros) x 20cm (vinte centímetros), com seu texto e símbolos impressos em ambos os lados da cerca energizada
A manutenção do equipamento deverá ser realizada a cada 12 (doze) meses, a contar de sua instalação;
Instalar a cerva eletrificada somente no domínio de propriedade do interessado;
Instalar a cerca eletrificada sempre em altura superiores a 2,00 m;
Não instalar a cerca eletrificada muito próxima à entrada de fornecimento de energia elétrica;
É proibida a ligação direta da cerca à energia de alimentação do imóvel;
Impedir que a vegetação, caso exista, venha a tocar a cerca eletrificada. Este cuidado é de extrema importância, uma vez que isso resulta em fugas elétricas para a “terra”, causando eventuais disparos falsos ao sistema;
Para qualquer poda necessária, certificar que a Central de Choque esteja desligada;
Não instalar a cerca eletrificada sob uma rede elétrica. Caso seja inevitável, efetuar uma proteção do tipo “telhado” como segurança em caso da fiação cair sobre a cerca;
Instalar placas de advertência com a seguinte mensagem: “Cuidado: cerca eletrificada”.
O condomínio cuja cerca elétrica estiver fora das exigências da lei estará sujeito a multas.
Existe uma solução mais moderna do que a cerca elétrica: a cerca eletrônica, formada por fios bem finos estendidos ou feixes luminosos sobre os muros da propriedade e conectados a um sistema de alarme. Se alguém ou algo romper o fio ou o feixe ou perturbar-lhe em grau acima do estipulado, a central de vigilância será automaticamente alertada, podendo verificar de imediato o que está acontecendo, já que o sistema mostra o local exato da interferência. Acoplada a câmaras eletrônicas, a eficiência deste tipo de cerca será ainda maior.
É imprescindível cobrar da empresa contratada o registro no CREA com a devida autorização.
:
A cerca elétrica foi concebida para gerar pulsos elétricos e não uma corrente de modo contínuo, como ocorre numa ligação direta à tomada de 220 volts em CA (corrente alternada). O princípio da cerca elétrica é gerar energia pulsante em alta tensão, em torno de 8000 volts, e baixa corrente, em torno de miliamperes, que tem como objetivo causar desconforto ao ser tocado. Devido à baixa corrente circulante, não causa lesões e nem oferece risco de morte a quem a toca, mesmo crianças que, inadvertidamente, possam vir a tocar na mesma em caso de rompimento do fio e o não desligamento da central. Entretanto, uma consequência do choque pode ser a queda da cerca elétrica até o chão (aproximadamente 2 metros), que pode causar lesões e, em casos mais raros, até mesmo a morte da pessoa. O choque também pode ser perigoso para pessoas usuárias de marca passo, o que não é comum entre os bandidos.
FS: A cerca elétrica gera alguma responsabilidade civil para o condomínio?
Toda instalação de cerca elétrica é obrigada a ter um registro no órgão fiscalizador do estado, no nosso caso o CREA- (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura ) e é expedida uma ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) que vale por um ano e legaliza a situação da cerca junto ao órgão competente. Uma via fica com o CREA, outra com a Empresa executante dos serviços e outra com o Cliente para ser apresentada quando solicitada. No caso de não estar devidamente legalizada ou atualizada, o proprietário é notificado e tem um prazo para a regularização da situação de sua cerca elétrica. É de inteira responsabilidade do proprietário ou condomínio toda a multa proveniente da não legalização de sua cerca elétrica perimetral. Na hipótese de alguém se ferir ou sofrer danos conseqüentes do choque elétrico, por exemplo, ao levar o choque, que não é letal, vir a cair de um muro ou parapeito e com a queda vir a ter seqüelas, a vítima poderá abrir um processo civil e o condomínio estará sujeito às leis vigentes no código civil e penal.
Como de praxe quando da contratação de qualquer empresa de serviços, é importante que o síndico tome os seguintes cuidados:
1- Procurar empresas idôneas e de renome para instalar a cerca elétrica. Tais empresas também tem um nome a zelar no crescente mercado de segurança e garantem a assistência à sua instalação, bem como a legalização junto aos órgãos competentes;
2- Acompanhar os serviços e exigir explicação sobre o funcionamento do equipamento, solicitando testes de tensão circulante (choque elétrico medido com aparelho específico), testes de rompimento e desvio de tensão;
3- Não deixar estranhos mexerem nos equipamentos instalados, exija a identificação do pessoal que se apresentar para correção de eventuais defeitos.
4- Não tocar nos fios da cerca com objetos condutores de energia, como arames, cabos de guarda chuva, metais, ou madeira molhada. Eles são ótimos para transmitir o choque elétrico e podem assustar quem os toca.
Pedrinho Elétrica & Hidráulica
Responsável Técnico
         Pedro Caetano dos Santos
          Crea 5062682941

domingo, 12 de agosto de 2012

ACESSIBILIDADE - ATENDIMENTO PRIORITÁRIO À PESSOA IDOSA



Apresentação

O aumento da expectativa de vida do brasileiro representa um
grande desafio para os governos bem como para a sociedade civil. O
implemento das políticas públicas e a efetiva garantia dos direitos
sociais da pessoa idosa, certamente assegurará um envelhecimento
saudável e com dignidade.
A Política Nacional do Idoso (Lei 8842/1994) tem como objetivo
assegurar ao idoso seus direitos sociais, criando condições para
promover sua autonomia, integração e participação efetiva na sociedade. Reconhece a questão da velhice como prioritária no contexto das políticas sociais e propõe criar condições para promover a longevidade com qualidade de vida, colocando em prática ações voltadas não apenas para os que estão velhos, mas também para aqueles que vão envelhecer.
Assim sendo, é de extrema necessidade unir esforços para que a população idosa possa viver com garantia dos diretos, saúde e dignidade. 

Há no cenário brasileiro uma gama de legislações suficientes a proteger os direitos das pessoas idosas e das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.
Para a inclusão das pessoas idosas na sociedade é necessário que lhes sejam dadas garantias de atendimento prioritário, como também condições de utilizar plenamente os ambientes, objetos e
serviços necessários à sua existência, com autonomia, independência e segurança.
Atualmente um grande número de pessoas idosas tem o seu direito à prioridade no atendimento violado, como também sofrem
com a imposição de barreiras arquitetônicas, urbanísticas e dos transportes que as impede de se locomover, sendo certo que cada vez mais estes direitos devem ser observados de modo a estimular os idosos a deixarem suas casas, mantendo-se e inserindo-se na sociedade, o que lhes garantirá a qualidade e dignidade de vida desejadas.

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:

Acessibilidade

regulamentador de n.º 5.296/04, além de outras legislações estaduais e municipais), devendo ser denunciado ao Ministério Público, através de sua ouvidoria, qualquer violação a estes direitos.
Por fim, o Estatuto do Idoso também ressalta que o direito à liberdade da pessoa idosa compreende a faculdade de ir, vir e estar nos logradouros públicos e espaços comunitários.
Os espaços já adaptados para as pessoas com deficiência devem estar devidamente sinalizados para facilitar o acesso destas pessoas e de seus acompanhantes. A sinalização deve ser universal e de fácil identificação, como nos exemplos abaixo.

Prevenção de quedas:
De acordo com o Manual de prevenção de quedas da pessoa idosa (ONI – Observatório Nacional do Idoso), o risco de quedas aumenta com o avançar da idade,  podendo chegar a 51% em idosos acima de 85 anos.
Em alguns casos estas quedas são provocadas por fatores extrínsecos, ou seja, relacionados ao ambiente em que o idoso interage, sua casa, locais públicos, transporte coletivo, entre outros.

ALGUMAS DICAS

Com isso em mente, esta cartilha disponibiliza dicas simples para evitar quedas.
Evite tapetes de tecido, tapetes muito soltos ou sobre piso encerado, pois estes poderão ocasionar escorregões. Prefira tapetes emborrachados e antiderrapantes;
Evite fios ou extensões elétricas que cruzem o caminho de passagem, além de objetos espalhados pelo chão. Tenha o cuidado, sempre, de retirar estes obstáculos do caminho dos idosos, evitando
tropeções;
Evite sofás e poltronas sem braços. Prefira sofás mais altos e firmes e poltronas com braço;
Evite pouca iluminação nos ambientes. É obrigação dos espaços públicos estarem sempre bem iluminados, principalmente durante a noite;
Evite banheiros com box de vidro, sem barras de apoio e sem tapete antiderrapante; lembre-se que a instalação de vasos mais altos e barras de apoio laterais e paralelas ao vaso facilitam o seu uso, evitando quedas;            






Evite armários muito altos que necessitem de bancos ou escadas para alcançar os objetos, escadas sem corrimão e com degraus estreitos.

A inclusão das pessoas idosas na sociedade implica que lhes sejam dadas condições de utilizar plenamente os ambientes, objetos e serviços necessários à sua existência, com autonomia, independência e segurança.

APRENDA A USAR O CALOR SOLAR PARA ECONOMIZAR ENERGIA ELÉTRICA


É possível poupar quase R$ 4 mil por ano utilizando energia solar para aquecer água em casa. Em dois anos, você paga o investimento nos equipamentos que duram 15 anos
Reportagem: Lilian Primi | Edição: Denise Gustavsen

Gerando...
30% é a média de redução de gastos com eletricidade nas residências equipadas com coletores solares, que traz energia limpa, gratuita e infinita. Até o final do primeiro semestre de 2011, o Brasil tinha mais de 6,6 milhões de m² de coletores instalados, capazes de gerar 4 mil mw – número equivalente a 30% a capacidade instalada da Usina de Itaipu. No ano passado, o setor cresceu 21,1%. “O aumento nasceu com a onda verde, mas foi potencializado pelo apagão energético de 2001”, explica Délcio Rodrigues, diretor do Instituto Ekos. Esse fortalecimento do mercado alavancou o desenvolvimento tecnológico dos equipamentos. “Os equipamentos high-tech são capazes de esquentar a água até 90 ºC. Isso permite reduzir o tamanho do reservatório e a área de coleta”, assinala o engenheiro elétrico Douglas Messina, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT). O uso disseminou-se rapidamente. “Os coletores estão presentes em 99% das construções que projeto”, revela a arquiteta Paula Sauer, de Campinas, SP. Conte com a ajuda de um técnico especializado no assunto para dimensionar o número de coletores de acordo com o consumo de água da residência e a quantidade de pontos a receber o aquecimento – ele também especifica as distâncias corretas entre todas as peças no telhado. A mão de obra é disponibilizada pelos próprios fornecedores, que também se encarregam da manutenção. “Há coletores de vários tipos e preços”, diz Marcelo Mesquita, do Departamento Nacional de Aquecimento Solar (Dasol), vinculado à Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava). Selecione sempre os equipamentos certificados.
Quanto dá para economizar

 Sistema com bomba


OBRA SEM SEGREDOS: O CAMINHO DA ELETRICIDADE

·         FONTE: Casa.com.br em 1 julho 2012 às 9:00


Para que a energia chegue da rede pública aos equipamentos que você utiliza em casa, é necessário fazer um pedido de ligação à concessionária. Ela poderá exigir uma Anotação  de Responsabilidade Técnica (ART), documento no qual um profissional responde pelas instalações – mais um motivo para recorrer a alguém habilitado.
  §POSTE PÚBLICO: está a cargo da empresa fornecedora de energia, responsável por sua instalação e manutenção. Conduz os fios da rede municipal.
§  POSTE PARTICULAR: ele e a caixa de medição devem ser providenciados pelo usuário e tender às normas da concessionária referentes a materiais, medidas e posicionamento. Fica no limite com a rua e faz a transição entre a rede pública e a moradia.
§  CAIXA DE MEDIÇÃO: dentro dela a empresa instala e liga o medidor (que indica o consumo mensal) e o ramal de serviço – o que então permite a entrega da energia.Da caixa parte ainda a haste de aterramento.
§  QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO: também chamado quadro de luz, é o coração das instalações: recebe os fios vindos do medidor e distribui a energia dentro da casa a tomadas, interruptores e aparelhos. Abriga os disjuntores termomagnéticos e os dispositivos diferenciais residuais. Pode incluir o dispositivo protetor de surtos.

DISJUNTORES
Outro fator de segurança mora no quadro de luz: os disjuntores termomagnéticos, responsáveis por desarmar os circuitos quando a temperatura alcança níveis perigosos. Quem nunca testemunhou uma interrupção de energia ao usar simultaneamente aparelhos como o forno de micro-ondas e a secadora de roupas? São os disjuntores fazendo seu trabalho e avisando da existência de sobrecarga. Portanto, não os ignore e cheque a origem do problema. Além deles, há dois outros tipos: o dispositivo diferencial residual, obrigatório desde 1997 nas instalações que atendam a áreas molhadas e externas, e o dispositivo protetor de surtos. O primeiro detecta fugas de corrente e desliga o circuito
correspondente, impedindo choques – em locais sujeitos à umidade, evita eletrocução. Já o segundo protege equipamentos das descargas de alta voltagem causadas pela queda de raios (ao perceber a sobretensão, ele desliga os eletrodomésticos antes que queimem).
MULTIMÍDIA
Atualmente, um bom projeto elétrico não se atém somente à energia. Com moradias e pessoas cada vez mais conectadas (e muita gente trabalhando em casa), deve-se prever por onde passarão cabos de internet, telefonia e TV por assinatura. “Há 15 anos, ninguém se preocupava com um planejamento específico para dados no ambiente doméstico porque não havia tal necessidade. Ela era restrita a poucos grupos e ao mundo corporativo. Agora, essa exigência cresceu muito e a proposta de elétrica deve contemplar também essas conexões”, afirma o engenheiro Renato Menezes, da Furakawa. Para isso, o mercado oferece os chamados quadros multimídia. Eles são parecidos com os de força, mas recebem sinais de internet, telefone e TV e os distribuem pela casa, evitando interferências e aquelas indesejadas instalações externas. Em residências nas quais não houve essa previsão, o usuário pode apelar para canaletas, caso queira fugir de uma obra, ou esconder a fiação num forro de gesso, recurso que causa menos incômodo se comparado à abertura de rasgos nas paredes.

Reportagem: Bruno Versolato/Ilustração: Gil Tokyo/Pingado/Fotos: André Fortes